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Turismo: destino em alta para guinada na vida profissional
Investimento baixo e o fascínio das viagens atraem profissionais de outras áreas para o setor
iG São Paulo – Vitor Sorano | 24/02/2013 06:00:00
Às vezes aquela canseira e insatisfação com o trabalho se cura com turismo. Para muitos brasileiros, não com uma viagem de lazer, mas com o trabalho no turismo.
Formada em pedagogia, há uns cinco anos Vera Lúcia Nascimento de Oliveira, de 57 anos, resolveu deixar a diretoria da creche que comandava em Pouso Alegre, em Minas Gerais. Já não dava mais para conciliar com as demandas da Veratur, a agência de viagens que ela fundou.
“Pouso Alegre era uma cidade pequena, onde as pessoas não tinham lazer, cultura. Hoje a população trabalha, ganha dinheiro para viajar. Viajar pela Veratur”, diz, piscando o olho.
Tamires Peres, sua filha e sócia no empreendimento, estava no meio do curso pré-vestibular à época para tentar se tornar médica. “Eu sempre quis fazer medicina, não queria turismo”, diz ela, que acabou indo fazer direito – não para advogar, mas para melhor gerir a empresa.
Desistir da carreira em um setor e partir para o turismo é uma história de vida comum entre profissionais hoje no setor ouvidos pelo iG . Uma transição que vem se tornando mais atrativa nos últimos anos no País: de R$ 228 bilhões em 2010, o setor atingiu movimentação financeira de R$ 250 bilhões no ano passado e, segundo estimativa do Ministério do Turismo, deve chegar a R$ 260 bilhões em 2013.
“Muitas agências nasceram de viagens que as pessoas fizeram. Elas gostaram do setor e decidiram se tornar empreendedores”, afirma Edmar Bull, vice-presidente nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) – segmento que, prevê, deve ter um crescimento de 8 a 9% do faturamento neste ano em relação ao ano passado.
Lucas Martin, de 26 anos, voltou da tradicional viagem de formatura do ensino médio a Porto Seguro (BA) pensando nisso. Chegou a concluir o curso superior em publicidade, mas nem vai começar a trabalhar na área. “Sempre estive ligado ao turismo. Já trabalhava com monitoria e agora vou abrir uma franquia, daqui a um mês ou dois, em Bauru (interior de São Paulo)”, diz ele. “Vale a pena investir, o Brasil está sendo visto como potência turística”, avalia.
Entediada com a vida no banco, Sônia Estela Mendes, de 40 anos, ainda lembra de quando resolveu, enfim, escolher outra carreira. “Percebi que queria conhecer o mundo e não tinha condições financeira para isso. Jamais conseguiria passar o meu aniversário de 15 anos na Disney, mas passei o de 27 anos lá”, relembra a empresária, proprietária da Sonitur, de Ribeirão Preto (SP).
Além do fascínio, outro estímulo é o investimento inicial relativamente baixo, segundo o vice-presidente da Abav – são bastante comuns os empreendimentos em sistema de home office, por exemplo, o que reduz o custo. E há um amplo espaço a ser ocupado no país. “Se só 10% da nossa população viaja, quanto temos para crescer?”, pergunta Bull. “Há mercado para todos.”
Passo a passo
Uma dica é iniciar uma atividade no setor com o atendimento a todos os segmentos – negócios, lazer, rodoviário, marítimo – e só depois especializar-se. “Assim o empreendedor pode ver em qual ramo gosta mais de atuar”, diz o empresário. A principal atenção deve ser com a tomada de crédito para tocar o negócio e com o oferecido aos clientes finais.
Há também carência de formação na área, diz Bull. “O pessoal não entra mais na agência para pegar folheto (de destino turístico), mas sim para resolver a venda”, sugere.
Neste ano, o Senac São Paulo lançará três cursos de extensão, em parceria com a Cornell University, para profissionais na área de área de alta gestão.
Cássio Santos Oliveira, consultor do Sebrae-SP, lembra que a Copa do Mundo deverá ser não só um ponto alto, mas também um gatilho para um período positivo para o setor como um todo.
“As agências de turismo receptivo terão muitas oportunidades pois vão conseguir vender os seus produtos regionais (durante o evento)”, exemplifica. “O turismo vai ter grandes oportunidades a partir da realização da Copa de 2014″, diz.
Novo emprego
A guinada na carreira para o turismo também é comum entre empregados. “Muitos se formam em fisioterapia, direito, línguas. Aí veem que não é o que querem e vão trabalhar numa agência de viagem”, diz Irma Karla Barbosa, da Federação Nacional de Guias de Turismo (Fenagtur).
Há 30 anos, Leopodina Gomes, com doutoramento em línguas, decidiu abandonar a carreira de professora de português começou a trabalhar numa agência na cidade de Santos, no litoral paulista. “Os alunos não querem saber de estudar”, argumenta. Na última quinta-feira (20), aos 73 anos, era uma dos milhares de agentes que abarrotavam sacolas e malas com panfletos e outros materiais publicitários de hotéis, resorts, locadoras de automóveis e destinos durante uma exposição do setor em São Paulo.
Lucélia Nagata, de 30 anos, é mais uma que trocou as salas de aula pela venda de pacotes de viagem. Já começou a fazer faculdade de turismo. “Não me identifiquei muito com o ensino e encontrei uma nova área mesmo”, diz . Ao lado dela, Renata Medeiros, de 25 anos, conta que abandonou a fisioterapia. “Ia ter de trabalhar de madrugada e ganhar a mesma coisa. Quando comecei em turismo, nunca havia saído do país”, diz.
No ano passado, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o emprego em agências de viagem e em serviços culturais, esportivos e demais tipos de lazer cresceu respectivamente 4,9% e 6%, respectivamente, enquanto a média nacional ficou em 3,4%.
Fonte: http://economia.ig.com.br/2013-02-24/turismo-destino-em-alta-para-guinada-na-vida-profissional.html
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Porto Alegre estará sediando o 8º Congresso Internacional de Turismo da Rede Mercocidades, no Hotel Embaixador, nos dias 22 e 23 de março de 2012.
O Congresso Internacional de Turismo da Rede Mercocidades 2012 servirá para debater, discutir e articular propostas de parcerias entre o setor público e o privado para que o turismo possa contribuir ainda mais para o incremento da economia nos países e nas comunidades locais, com a melhoria da sua economia, aumento da geração de emprego e renda, a integração regional, dentro das diretrizes da Rede Mercocidades.
Sua pauta pretende incentivar a articulação entre os diferentes segmentos vinculados ao setor de turismo para promover a criação de novos produtos e destinos turísticos que possam oferecer cada vez mais melhores serviços e maiores condições para que o mercado possa atender as demandas do turismo, as quais exigem medidas cada vez mais inovadoras, eficientes e eficazes.
A partir dos governos locais, com a implementação de políticas voltadas para o desenvolvimento sustentável e da participação do setor empresarial, com o seu conhecimento do mercado e sua capacidade de empreendedorismo,temos a expectativa de que os resultados do Congresso estarão refletidos nas ações a serem empreendidas a curto e médio prazo, haja vista as demandas que o turismo enfrentará nos próximos anos, com o advento da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 que beneficiarão também – além do Brasil – os demais países do Mercosul.
Programação do 8º Congresso Internacional de Turismo da Rede Mercocidades
22-03
• 10 às 12 horas: Abertura do Congresso Internacional de Turismo:
Prefeitura Municipal de Porto Alegre, SMTUR, SMGL, Coordenação da UTT, Secretaria Executiva e STPM da Rede Mercocidades e autoridades convidadas
• 14 às 15 h: O papel da imprensa e o setor de turismo – O que é notícia no turismo e a sua vinculação com a imagem turística localROQUE BAUDEAN
Presidente del Circulo de Periodistas de Turismo del Uruguay (CIPETUR) e Coordenador Geral del FORUM DE PRENSA TURISTICA DEL MERCOSUR – Uruguai
ELENA VILLAR
Presidente Prensa de Turismo de Peru – PRENSATUR Peru
HELCIO ESTRELLA
Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – ABRAJET Brasil
JORGE AMONZABEL –
Presidente de Círculo de Periodistas de Turismo de Bolivia – CIPTURBOL Bolivia
BASKO ASÚN
Primeiro Vice-presidente de Asociación de Periodistas de Turismo de Chile – APTUR Chile
SALVADOR ALVES DIAS
Associação Jornalistas Europeus – PortugalCOORDENAÇÃO DO PAINEL: ROQUE BAUDEAN
Presidente del Circulo de Periodistas de Turismo Del Uruguay ( CIPETUR ) e Coordenador Geral del FORUM DE PRENSA TURISTICA DEL MERCOSUR – Uruguai• 15 às 16 h: Copa do Mundo 2014 – Oportunidades, intervenções, desafios e perspectivas
JOÃO BOSCO VAZ
Secretário da SECOPA Município de Porto Alegre – Brasil
AMANDA PAIM
Coordenadora do Programa SEBRAE 2014 – Brasil
GERARDO VIÑALES
Diretor de Desportes da Intendência Departamental de Maldonado – UruguaiCOORDENAÇÃO DO PAINEL: IVANE FÁVERO
Secretária de Turismo de Bento Gonçalves – Brasil16-16:15 horas: Intervalo
• 16:15 às 17:15 h: Turismo e Cultura – Projetos integrados no Mercosul
SERGIUS GONZAGA
Secretário Municipal da Cultura de Porto Alegre – Brasil
MARCIANO DURAN
Diretor de Cultura da Intendência Departamental de Maldonado – UruguaiCOORDENAÇÃO DO PAINEL: NORMA MOESCH
Secretária Municipal de Turismo de Santa Maria – Brasil• 17:15 às 18:15 h: Potencialidades do Turismo Rural – demandas e parcerias com os países do Cone Sul
ANDREIA ROQUE
Presidente do Idestur – Instituto de Desenvolvimento de Turismo Rural – Brasil
GABRIEL ANDRADE
Diretor da Licenciatura em Turismo da Universidade Católica do Uruguai, representante do Conglomerado de Turismo de Montevideo – UruguaiCOORDENAÇÃO DO PAINEL: CLEBER QUADROS VIEIRA
Sindicato Rural de Porto Alegre
23-03• 10 às 11 h: Plataformas Educativas – apresentação de experiências e a viabilidade de parcerias internacionais
CARLOS HENRIQUE FERRAZ DE VASCONCELOS
Diretor de Planejamento da Avante Brasil Tecnologias Educacionais – Brasil
LUIS GUSTAVO PATRUCCO
Professor do Curso de Especialização em Administração Hoteleira e do Curso de Analise e Desenvolvimento de Sistemas
PAOLA LAMARCA
Agencia Nacional de Investigación e Innovación – ANII – UruguayCOORDENAÇÃO DO PAINEL: RUTE FAVERO
Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Coordenadora da Educação à Distância da UFRGS• 11 às 12 h: Produtos e Projetos Regionais Integrados no Cone Sul – possibilidades e perspectivas de parcerias e negócios
CARLOS PEÑA GAMBETTA
Universidade da Republica do Uruguai – Uruguai
JOÃO LUIZ DOS SANTOS MOREIRA
Presidente da Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux – Brasil
CARLOS GARCÍA SANTOS
Presidente de Destino Punta del Este – Uruguai
VITOR ORTIZ
Secretário Executivo do Minisério da Cultura – BrasilCOORDENAÇÃO DO PAINEL: CEZAR BUSATTO
Secretário Municipal de Governança Solidária• 14 às 15:30 h: Turismo de Fronteiras
JORGE ARIEL RODRIGUEZ
Diretor do Projeto IN e Coordenador da Secretaria Técnica Permanente da Rede Mercocidades – Uruguai
EDUARDO NEY OLIVERA
Secretário Municipal de Turismo de Sant’Ana do Livramento – Brasil
FAISAL SALEH
Secretário de Turismo do Estado do Paraná – Brasil
PATRIC LOTTICI KRAHL
Diretor do Departamento de Relações Internacionais do Ministério do Turismo – BrasilCOORDENAÇÃO DO PAINEL: LUIZ FERNANDO MORAES
Secretário Municipal de Turismo de Porto Alegre – Brasil15:30 às 15:45 horas: Intervalo
• 15:45 às 17:15 h: Capitais Gauchas/ Rota Tche – Capitales Gauchas / Ruta Che
ÁLVARO BERTONI
Direção Geral de Turismo da Intendência Departamental de Maldonado – Uruguai
HÉCTOR DE BENEDICTIS
Presidente do Ente Turístico de Rosário – Argentina
LUIZ FERNANDO MORAES
Secretário Municipal de Turismo de Porto Alegre – BrasilCOORDENAÇÃO DO PAINEL: CLAUDIO MAGNAVITA
Jornalista, Presidente do Jornal de Turismo e membro titular do Conselho Nacional de Turismo – Brasil• 17:15 às 18:15 h: Encerramento
Prefeitura Municipal de Porto Alegre, SMTUR, SMGL, Coordenação da UTT, Secretaria Executiva e STPM da Rede Mercocidades e autoridades convidadas
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A criação do Ministério da Ciência e Tecnologia, em 1985, foi sinal da tomada de consciência dessa necessidade, que é crescente pela sociedade, nas últimas décadas. Entretanto, ainda seguem lentos os encaminhamentos para que os investimentos públicos e privados no setor tenham a mesma relevância que em outros países do mundo. ,
Já foram realizados alguns ajustes legislativos, criados incentivos financeiros e fiscais, ampliadas as bolsas de pesquisa, dentre outras medidas, mas o Brasil ainda segue atrás na concorrência pelo registro de patentes que reflitam os resultados de tais pesquisas enquanto inovação tecnológica disponibilizada para a sociedade e sua transformação em bens e serviços acessíveis por meio da circulação dos produtos no mercado.
Neste sentido, é memorável que alguns resultados comecem a ser obtidos nas universidades públicas, como é o caso da Unicamp, citada na publicação da revista Pesquisa Fapesp, que reproduzo abaixo. A matéria retrata o crescimento do número de patentes registradas e o aumento dos resultados financeiros gerados pelo pagamento de royalties em função do licenciamento das tecnologias para a produção pelas empresas. Há que se destacar, todavia, que tais resultados financeiros, como se poderá observar, são bastante pequenos, atestando quanto ainda há que se fazer nesta área.
Unicamp bate recorde de royalties
15/02/2012
Agência FAPESP – A Inova Unicamp, agência de inovação da Universidade Estadual de Campinas, divulgou os resultados relacionados à atuação da Unicamp em 2011 no âmbito da inovação.
Os números apresentados – entre eles o recorde de R$ 724 mil em royalties por licenciamentos de tecnologias desenvolvidas na universidade – colocam a Unicamp em um novo patamar de inserção no ecossistema nacional de inovação e de empreendedorismo.
De acordo com a Unicamp, a instituição, que tradicionalmente apresenta resultados muito fortes na proteção de sua propriedade intelectual – principalmente por meio de patentes –, mantém o posicionamento de destaque no setor no ano de 2011 com 66 pedidos de patentes depositadas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), próximo ao recorde histórico da Unicamp de 2005, com 67 pedidos de patentes no ano.
O número corresponde a um aumento de 29,4% no total de pedidos em relação a 2010. De acordo com a diretora de propriedade intelectual e transferência de tecnologias da Inova Unicamp, Patricia Magalhães de Toledo, os resultados positivos em proteção e transferência de tecnologia refletem o trabalho de planejamento que incluiu diversas mudanças para facilitar a interação com os pesquisadores da Unicamp e empresas.
Entre as melhorias que influenciaram os resultados positivos está a disponibilização para os pesquisadores da Unicamp do novo Sistema de Comunicação de Invenção on-line, em abril de 2011. O sistema permite realizar toda a interação com o pesquisador em um sistema web, o que facilita o início do processo de pedido de patente na universidade.
Roberto de Alencar Lotufo, diretor executivo da Agência, considera o resultado em proteção muito importante. Por outro lado, o diretor reforça que a atuação da Unicamp no ambiente de inovação é mais ampla e que o pedido de patente é apenas o início do processo para que a tecnologia se transforme em inovação.
“O principal objetivo da proteção da pesquisa acadêmica por meio de patentes é o de aumentar as chances de que os resultados das pesquisas feitas na universidade gerem inovação, isto é, se convertam em produtos e serviços para o bem da sociedade”, disse.
Neste sentido ele destaca dois indicadores como diferenciais: o de número de contratos de licenciamentos de tecnologia firmados com empresas e o de royalties recebidos em função desses licenciamentos. O primeiro passou de sete, em 2010, para 10 em 2011, e o segundo cresceu de R$ 191 mil para R$ 724 mil no mesmo período.
Mais informações: www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2012/02/15/transferencia-de-tecnologias-leva-unicamp-a-numero-recorde-de-royalties.
Fonte: http://agencia.fapesp.br/15187
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Por Adriana Fonseca | Valor
SÃO PAULO – Abrir o próprio negócio é algo que faz parte dos planos de quase metade dos jovens universitários brasileiros participantes de uma pesquisa conduzida pela Endeavor, organização mundial de apoio ao empreendedorismo. Segundo o levantamento, que ouviu mais de 600 estudantes de graduação no Brasil em três regiões do país, 53% veem o empreendedorimo com bons olhos e 48% consideram a carreira de empreendedor como algo a ser seguido.
A intenção de empreender existe, mas ainda falta preparo aos estudantes universitários. Entre aqueles que pretendem abrir um negócio no futuro, apenas 31% estão se preparando para isso com a leitura de livros e 33% não fizeram nenhum curso de empreendedorismo até agora.
De acordo com o relatório da Endeavor, as universidades brasileiras não dão o apoio suficiente para que os alunos se preparem como empreendedores. Enquanto 71% das escolas no mundo convidam palestrantes focados em empreendedorismo para falar aos alunos, apenas 6% das instituições nacionais têm essa prática. No mundo, 37% das universidades promovem excursões para que os estudantes tenham contato com o empreendedorismo fora da sala de aula. Aqui, o número cai para 19%. O ponto positivo das escolas brasileiras são as competições de planos de negócios, pois 75% promovem esse tipo de atividade.
A pesquisa concluiu também que os cursos de empreendedorismo aumentam a confiança dos estudantes e a capacidade para empreender. Aqueles que frequentaram disciplinas relacionadas ao tema costumam ter mais ideias para produtos e serviços inovadores, conseguem estimar melhor o valor de capital inicial para começar uma empresa e supervisionam melhor os funcionários, além de delegar mais tarefas e responsabilidades.
Fonte: http://www.valor.com.br/carreira/1193426/metade-dos-universitarios-ve-empreendedorismo-como-opcao-de-carreira
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