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Padre Paulo Ricardo e o conflito causado pelo radicalismo conservador na Igreja

9 de março de 2012 / Edmar Roberto Prandini / Corrupção, Cultura, Curiosidades, Espiritualidade, Ideologia, Igrejas, Lutas Sociais, Política, PT, Sociedade, Trabalho, Trajetórias

Poucos dias atrás, minha amiga Rosa Maria Morceli encaminhou-me o endereço de um vídeo no Youtube onde um padre mantinha vários vídeos por meio dos quais amplia o alcance de suas pregações e reflexões.

Fiquei um pouco surpreso com o teor radicalmente conservador dos pronunciamentos do referido padre, que eu não conhecia. De tão radicais suas afirmações, cheguei a pensar que não se trata-se realmente de um padre, mas cogitei a hipótese de ser algum ator, o que poucos dias depois, verifiquei que não era: tratava-se mesmo de um padre, e pasmo, descobri que ele era daqui mesmo, da Arquidiocese de Cuiabá, e, pior, que tinha atribuições importantes no seminário diocesano.

No primeiro vídeo que assisti, o padre Paulo Ricardo, desferia ferozes ataques ao PT, usando-se de um argumento do autor italiano, Antonio Gramsci, ex-dirigente do Partido Socialista, morto na prisão do regime fascista de Benito Mussolini, na Itália. Segundo o padre Paulo Ricardo, Gramsci reintrerpretará o escrito de Nicolau Maquiavel, pensador italiano do Renascimento, que escrevera o famoso livro “O Príncipe”, de tal modo que, nesta interpretação de Gramsci o partido socialista seria o novo Príncipe, posição que no Brasil seria ocupada pelo PT.

Até aí, nada demais. Ocorre que para o padre Paulo Ricardo, este novo príncipe, o partido socialista e, no caso, o PT, teriam como objetivo agredir a fé cristã em seus preceitos e a sociedade cristã em seus fundamentos, uma interpretação que se distancia enormemente de qualquer base fática, uma vez que não pode ser verificada em nenhum documento emitido pelo PT, em nenhuma de suas instâncias, em qualquer momento dos seus 32 anos de história, nem na ação de qualquer líder partidário nos parlamentos ou na ação de qualquer governante petista, nem nos municípios, nem nos estados e nem no governo federal.

Mas, ao padre Paulo Ricardo, parece que não importa que não hajam fatos quaisquer a alicerçar suas críticas. Ele se julga imbuído de uma espécie de capacidade de enxergar além das aparências que lhe permite saber o que não foi dito e entender os supostas maldades daqueles que ele erige como adversários. E com base exclusivamente nisso, ele faz uso de vários meios para desferir suas críticas inclementes contra esses que escolheu como adversários.

Eu tentei comentar no youtube que divergia do modo como ele se manifestava sobre o PT naquele momento, mas verifiquei que ele configura o youtube para não aceitar comentários. Ou seja, não bastasse o fato de proferir seus ataques sem nenhuma base nos acontecimentos, julgar-se capaz de ir além das aparências e detectar os interesses supostamente malévolos daqueles contra os quais ele se volta, ele ainda não aceita que ninguém se manifeste contrariamente às suas afirmações, numa atitude avessa ao diálogo e à democracia.

Verificando que nada poderia fazer, não me preocupei muito com o referido padre, ao ver seu vídeo contra o PT, pensando que se tratasse de algum padre adepto da Opus Dei ou de algum outro movimento conservador.

Só que, poucos dias após, soube que um discurso proferido pelo padre Paulo Ricardo durante o carnaval, numa cerimônia realizada aqui em Cuiabá, nestes dias, chamada de Vinde e Vede, que reúne alguns milhares de pessoas, causara um mal estar tão grande no clero local que 27 padres diocesanos e religiosos encaminharam ao Arcebispo local uma carta pedindo punição ao padre Paulo Ricardo.

Fui então assistir ao vídeo de sua pregação no Vinde e Vede e observei que ele não apenas possui uma linha inclemente de ataques ao PT mas também a seus irmãos no clero. Sem precisar quem, o padre Paulo Ricardo ataca duramente aos padres que não vestem-se com batinas, algo que data ainda dos anos 1950 e 1960, que começou com os movimentos do padre Lebret e padre Lombardi, “Por um mundo melhor”, bem anteriores sequer ao Concílio Vaticano II. Mas, na crítica do padre Paulo Ricardo, a opção de não usar batinas dos padres representa uma sinalização de que a fé teria morrido em seus corações, olhem o exagero, mais que isso, que os padres teriam matado o espaço para a presença da fé em suas vidas.

Sem batinas, estes padres estariam se deixando contaminar pelo “mundão”, com casos até de bebedeiras… o discurso moralista contra os padres segue grosseiramente sua argumentação.

Algumas coisas o padre Paulo Ricardo despreza intencionalmente ou ignora, por puro alheiamento que inclusive pode revelar alguma especie de desvio psicológico:

a) neste discurso, ele estava falando para alguns milhares de cristãos leigos, o que significa dizer que, enquanto “pastor” deveria ocupar-se de guiar suas ovelhas; traduzindo, estes leigos vivem suas vidas no trabalho, nas escolas, nas famílias, nos grupos sociais: seria de se esperar que uma oportunidade em que alguns milhares de pessoas se reunem deveria ser aproveitado para orientar aos leigos sobre como eles deveriam agir nestes espaços em que atuam. O padre Paulo Ricardo não apenas perde a oportunidade de orientar aos cristãos leigos como ainda faz com que estes passem a ter que debater-se e posicionar-se sobre os problemas internos ao clero e numa espécie de cruzada inquisitorial em que padres e leigos vão julgar a dignidade moral e de fé dos demais clérigos;

b) de novo, a única base fática de suas acusações contra o clero é pífia: reside no uso ou não das batinas;

c) apesar dele informar ter mestrado em direito canônico, parece desprezar que o direito canônico concedeu às Conferências Episcopais de cada país aprovar quais as vestes canônicas aceitáveis para o uso pelo clero e que, usufruindo dessa autorização canônica, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dispensou a obrigatoriedade das batinas, dizendo, por exemplo, que em momentos de maior oficialidade e protocolo institucional, aos clérigos bastaria o uso do clergiman. Então, o padre desfere um ataque contra o código canônico, em certa medida, aprovado ainda em 1983, e contra toda a CNBB, em decisão que precede aos anos 90. Como é que ele se arvora o direito de julgar que apenas ele é fiel e que tem razão e que todas as instâncias oficiais da Igreja estejam erradas em decisões tomadas há tanto tempo?

É evidente que faltam ao padre Paulo Ricardo a humildade, o respeito às pessoas, o gosto pelo diálogo. Ele é habilidoso no uso das ferramentas de comunicação para propagandear suas opiniões, mas não permite que a comunicação se complemente, porque não aceita ouvir as opiniões diferentes e não considera que as pessoas procurem agir com honestidade em seu cotidiano.

Ele é um bom orador, não nego, mas um orador presunçoso, prepotente e que está motivando pessoas a um conflito que em nada exprime o que seja a espiritualidade verdadeira ou o amor.

Triste episódio de radicalismo conservador, promovendo conflitos entre os cristãos e no interior do clero.

  • Afonso

    Fico Até feliz com esse episódio. Pois imaginava que só eu lia e acha um absurdo as ideias desse padre. Sou Católico de carteirinha, com muito amor por Jeus Primeiramente e por sua Igreja. Não consigo perceber nesse padre amor, exemplo, só vejo nele ódio e um extremismo já fora de moda!! ele é de extrema direita, isso sim, algo repudiante no mundo de hoje.

    • edmarrp

      Afonso, não considero que ele tenha ódio. Assim como considero que ele tem o direito de pensar como queira, sendo conservador, inclusive. Penso, entretanto, que ele deve manter coerência: se ele quer defender uma postura clerical pré-Concílio Vaticano II, que adote celebrar suas missas em latim, então. Mas, isto ele não faz, porque significaria perder audiência, que é o que ele busca. Outra coisa que não entendo é o fato dele impedir as pessoas de reagirem aos seus vídeos no youtube. Se ele gosta tanto dos meios de comunicação e das redes sociais, que aceite ouvir as opiniões diversas da dele. Não existe verdadeira comunicação se ela tem direção única. Comunicação é sempre uma via de mão dupla. Obrigado por sua participação.

  • Paulo

    Vocês só podem estar de brincadeira! Dizer que as palavras do Pe Paulo são absurdas? O que é isso? O Pe Paulo fala com propriedade de assuntos que conhece intimamente. Não vejo ódio e sim o amor a Igreja Católica, o amor ao Papa e a tradição da Igreja. Vejo fidelidade ao Magistério e a todos os documentos oficiais da Igreja, inclusive aos documentos do Concílio Vaticano II. Quanto ao latim, ela ainda é a lingua oficial da Igreja Católica e os documentos do concílio não dizem que ela deve morrer e sim que deve ser aprendida pelos católicos e que deve conviver normalmente com o uso da lingua vernácula. Simples assim!

    • edmarrp

      Paulo, como já manifestei-me, não digo que o Pe. Paulo Ricardo tenha ódio. Penso que ele, com todo direito, tem uma interpretação conservadora dos ensinamentos do Magistério eclesial. O que me chama a atenção é o fato dele não permitir que suas opiniões sejam discutidas. Ele utiliza-se de diversas formas para proferir sua opinião e interpretação sem aceitar que suas idéias possam ser debatidas. O que o faz pensar que ele tenha razão? A primeira preocupação de um cristão deve ser com a humildade. Se ele tiver humildade, pode aceitar que suas idéias contenham erros e que a interpretação correta seja aquela mediada pelo diálogo. Não precisa ser autoritário para viver o cristianismo e a fé. 

  • Thiago

    O que você disse sobre a batina foi má interpretação e o pensamento do Padre Paulo continua o mesmo e está de acordo com os documentos da Igreja, por favor leia/veja os links e tente entender a questão de forma correta.

    http://padrepauloricardo.org/episodios/afinal-os-padres-sao-ou-nao-obrigados-a-usar-um-habito-eclesiastico
    padrepauloricardo.org/blog/comunicado-a-respeito-da-carta-aberta-de-27-padres-solicitando-o-meu-afastamento

    Sobre o PT, ora.. mas você não sabe que o PT é a favor do aborto? Tendo inclusive já expulsado membros que fossem contra o aborto? Você ao menos sabe que o cristianismo é contra o aborto e sempre foi e sempre será? Você não sabe que o PT e o MST são amigos, e que este é pela invasão de terras, luta armada e violência? Não sabe a admiração de José Dirceu, Dilma, Lula e demais por Fidel Castro e sua ilha-prisão? Não sabe que o PT faz parte do Foro de São Paulo que agrega associações terroristas como exemplo as FARC que é um dos maiores senão o maior produtor de drogas do mundo? Não sabe que Dilma tem relações com o movimento gay que quer o casamento gay, que é contra o que a Igreja pensa? Não sabe inclusive que um dos primeiros atos da Dilma foi tentar retirar o crucifixo de seu escritoriio? Você sabe que o cristianismo é contra o aborto, contra as drogas e contra o casamento gay neh? Parece que você não sabe muita coisa sobre PT.

    • edmarrp

      Thiago, parece que o Pe. Paulo Ricardo começou a caminhar um pouco mais na direção do diálogo. No final da exposição que consta do vídeo que você sugeriu, ele diz que tem o direito de obedecer e que tem o direito de pedir aos cleros que obedeçam. Sim, ele tem esses dois direitos. Mas, há duas coisas que ele não abordou: a primeira, que a tradicional batina preta que era usada no começo do século XX, quando estava forte o ultramontanismo, não foi definida como o hábito eclesiástico brasileiro. Com sua linha de argumentação, parece que uma coisa e outra são idênticas, mas não são. Segundo, ele tem o direito de obedecer e de pedir aos clérigos que obedeçam, mas veja que em meu artigo eu contestei que ele o fizesse numa homilia dirigida aos leigos. Ora, o que ele está fazendo ao dirigir-se aos leigos de todas as paróquias e comunidades? Está querendo difundir no laicato a sua opinião de que os clérigos que não agem igualmente a ele sejam desobedientes e mereçam repreensão. Minha pergunta foi sobre o porque dirigir-se aos clérigos sobre um assunto que é dos clérigos e não dos leigos. Para os leigos, ele deveria argumentar sobre a vida em família, sobre a vida no mundo do trabalho, no mundo da política, na educação, na cultura, na pesquisa científica. Não deveria tentar criar para os leigos a sensação de que seus padres são “desobedientes” porque não se vestem como ele considera que seja correto. Nem o referido diretório de 1994 diz que o hábito eclesiástico “decoroso” a que ele se refere seja a batina de cor preta que ele usa. Então, ele fala para o povo o que deveria dizer em reuniões do clero e ainda pretende que a definição de hábito eclesiástico decoroso seja aquela que ele deu, quando isso não foi definido. Você, Thiago, se for leigo, sequer deveria ter sido impelido por ele a pensar nesse assunto, mas nos que dizem respeito à sua vida cotidiana. Faz muito mal esta postura do Pe. Paulo, infelizmente.

      • Thiago

        Veja o que o Padre deixou claro num dos links que te deixei:

        Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as
        circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a
        espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo
        Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet,
        link aqui,
        e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram
        pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres
        pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à
        oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais
        carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação
        dos sacerdotes.

        E ainda:
        Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina,
        me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas
        prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha
        pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do
        atual estado do clero católico.

        Edmar, te peço que você de posse dessas novas informações, sobre o PT e sobre a batina, repense o seu texto e se buscas a verdade edite seu texto, pois ele está sendo usado em polêmicas de facebook para desmerecer o Padre Paulo, o que acho bem injusto. Quem acompanha de perto o trabalho do Padre sabe o quanto ele ama a Igreja e busca estar de acordo com ela, o que ele fala está respaudado no magistério e em seus documentos. Tudo o que é fala há muito conhecimento por trás e respaudo no que a Igreja ensina. Tá mesmo te convido a acompanhar de perto o trabalho que ele faz no site http://padrepauloricardo.org que é muito rico e está completamente de acordo com a Igreja.

        E eu como leigo mas amante da Igreja quero conhecer tudo e não só aquilo que você chama de “vida cotidiana”. Como se as pessoas fossem baratas e não devessem se preocupar com outras questões de ordem mais elevada. Como todos sabemos a Igreja está em crise e é importante sim discutir e pensar o porque dessa crise que passa dentre outras coisas pela crise do sacertocio. Quem ama a Igreja sendo leigo ou não quer saber os porques, comos e ondes de seus problemas. Afinal… só vamos poder defende-la, ama-la e divulga-la se soubermos também quais são os seus problemas.

        Infelizmente a única postura feia aqui é a sua.

        Abraços

      • edmarrp

        Thiago, sou um cristão católico no pleno exercício de meus direitos canônicos. E, enquanto membro do corpo social, também exerço a atividade profissional e atividades voluntárias, inclusive no campo político. Neste campo, não compartilho das suas considerações acerca do PT.

        E, no caso do Pe. Paulo, enquanto cristão católico bem formado, conhecedor de teólogos pastoralistas, moralistas, biblistas e de teologia fundamental, lhe informo que considero equivocada a postura do Pe. Paulo.

        Amo a Igreja, vivo minha fé e dedico minha vida para manter coerência com os ensinamentos que recebi, inclusive sou conhecedor de inúmeras encíclicas, dos documentos do Vaticano II e de muitos da CNBB.

        Por tais razões, me desculpe mas não poderei atender ao seu apelo, uma vez que considero que o Pe. Paulo mantém sua postura de não-diálogo e de uso de vários canais de comunicação para desafiar aos que vivem a sua experiência de fé de maneiras diferentes da dele, que considero anacrônicas. E, veja, eu pedi apenas que o Pe. Paulo abra canais de diálogo nos seus vídeos postados no Youtube e que ao invés de discutir a vida dos clérigos que se paute por orientar os cristãos leigos, que são a grandíssima maioria, sobre os problemas de sua vida concreta, como orienta o Concílio Vaticano II, especialmente na Encíclica Gaudium et Spes.

      • Thiago

        Amigo, se você não compartilha das minhas considerações sobre o PT então você ignora a realidade e a verdade, pois nada falei além do que é de conhecimento comum. Só jogar no google e se informar. Ou você está desinformado ou defendendo partidos políticos que não merecem respeito por serem anti-cristãos. Infelizmente você não está em seus direitos católicos e sim em seus direitos políticos, que também infelizmente são desonestos, pois ignoram a verdade, verdade que todo católico é obrigado a reconhecer.

        Desconheço a postura de “não-diálogo” do Padre Paulo, toda a confusão foi muito bem respondida por texto e vídeo que te enviei. Todos esses juntos respondem muito bem a qualquer dúvida e má-interpretação, é claro que como Doutor e Estudioso todas as referências e documentos necessários estão lá indicados, com texto e tudo mais. Ele ainda pode ser encontrado por e-mail e telefone, logo que diacho é esse não-diálogo? Bloquear comentários de youtube? Também bloquearia, imagina a quantidade de moleques iguais você que ficariam postando lá? Você acha que ele tem tempo para ficar entrando no youtube e respondendo centenas de comentarios de gente mal criada? Se quer uma resposta envie um e-mail através do site. E se o Padre Paulo tiver paciência e compaixão de uma alma distorcida e militante esquerdista igual você ele irá te responder.

        Sinto muito, mas você está muito áquem do amor que se deve à Igreja. Para amar a Igreja deve-se amar a verdade, e isso você não faz. Para amar a Igreja deve-se ter amar ao conhecimento e ter boa vontade de ter honestidade intelectual, coisa que você mostra não ter. Você não é obrigado a gostar da pessoa do Padre Paulo, mas tudo aquilo que ele fala está de acordo com a Igreja. Se discorda disso então passe a estudar mais. Comece pelo catecismo, pois seu conhecimento está muito coisa deplorável. Deplorável sim, pois diz que o Padre Paulo “desafia aos que vivem bla bla bla” enquanto ele apenas divulga e ensina a fé da Igreja, aquela fé única e mesma dos apostolos que deve ser guardada. Não é a fé “dele”, e sim a fé da Igreja, que é a mesma, aquela mesma do credo, do catecismo, aquela mesma de 2 mil anos. Padre não é psicólogo para falar de “problemas da vida concreta”, isso no máximo se faz em acompanhamento pessoal, cara a cara, e não em cursos, seminários, pregações. O Padre é muito mais do que isso, não psicólogo, mas sim sacerdote, cristão, evangelizador, divulgador da fé cristã, defensor da Sã Doutrina! Veja a quantidade de cursos, vídeos de tira dúvida de diversos aspectos da vida cristã (serve pra vc?) etc etc… existentes no site do Padre. De novo te convido a entrar no site e ver isso. Quer ver resolução de problemas concretos? Está lá em Programas -> Resposta Católica. Mas ele vai se limitar a isso? Não.

        E desde quando a crise no sacerdócio não afeta a vida dos leigos? E desde quando os leigos não tem que estar cientes de seus direitos dentro da Igreja? Se o Padre é obrigado ou não a usar batina, se é melhor ou não, etc; eu como leigo e amante da Igreja quero saber!

        Mas só para deixar claro, já que você ignorou de novo isso fazendo a mesma consideração: Aquele dia do encontro era voltado para a
        espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES.

        Filhote vá estudar! Ah.. Leonardo Boff e Frei Beto não vale, viu? Comunismo foi condenado pela Igreja… mas já que sabe muito nem vou citar as inúmeras encíclicas que condenam essa ideologia que ferrou sua cabeça.

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