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Dilma reduz o preço da energia elétrica e a oposição e a mídia se desesperam

24 de janeiro de 2013 / Edmar Roberto Prandini /

É realmente impressionante o coro dos que se posicionam contrariamente a qualquer medida governamental que esteja sendo tomada.

Ora, é evidente a importância do feito do governo Dilma, de conseguir manejar as condições para que a eletricidade possa custar menos para a sociedade como um todo.

Além disso, é evidente que 99% das pessoas e das empresas vão agradecer a medida e apoiá-la. Então, é absolutamente impressionante a decisão de investir contra essa decisão desprezando o ônus que tal atitude representa inclusive do ponto de vista da audiência e popularidade. É quase inacreditável que os governos estaduais do PSDB tenham tentado dificultar essa medida e que, agora, após a publicação do ato governamental, o partido entre na justiça contra Dilma com a alegação de que o gesto é eleitoreiro.

É o maior absurdo político que eu já vi. Que o partido seja contra o governo, tudo bem. Mas, opor-se desse modo a uma medida absolutamente meritória e quase unânime em termos de aprovação? O PSDB corre o risco de ser linchado nas ruas como o Judas malhado na próxima quarta-feira de cinzas, logo depois do carnaval. E, não seria sem razão!

A eletricidade é um dos mais importantes insumos da economia e uma redução expressiva como essa impacta positivamente os tais custos Brasil, que cairam fortemente nos anos recentes, dadas as políticas adotadas pelos governos petistas.

O PT defende o Estado atuante na economia e o faz de tal modo que o setor empresarial ganha economizando em juros, em impostos e agora no custo dos insumos. E ganha, também pela fato de que o governo petista faz de tal modo que o mercado consumidor cresce, pela saudável combinação entre expansão da renda, expansão do crédito, expansão dos empregos, e da massa salarial.

A mídia tradicional conservadora e o PSDB realmente decidiram seguir pelo caminho do gueto, da rouquidão, da tentativa de convencer a sociedade pela via do embuste.

Só que na hora em que as contas começarem a chegar com os preços menores, Dilma vai receber aplausos, por todo lado.