Archive for the ‘Educação’ Category

O apego à doença conduz ao comportamento obsessivo compulsivo

por Teresa Cristina Pascotto – [email protected]

Vou usar a palavra doença, para facilitar o relato, mas entendam por doença, todo e qualquer estado -físico, emocional, mental e/ou espiritual- de desequilíbrio, limitações, bloqueios, problemas que nunca se resolvem, questões que se mantém num padrão negativo, situações ou ideias fixas que não saem do pensamento, e vários outros modos de se criar doença. Mas vou reforçar o foco no aspecto das “doenças mentais/emocionais”, que se manifestam na forma de desequilíbrio, confusão interna e perturbação.

As pessoas têm uma tendência a focar excessivamente na doença e a lutar contra ela, ao invés de aceitá-la, para então poderem perceber que enquanto focam demasiadamente na doença, estão mantendo-se apegadas a ela. O apego intensifica a própria doença e leva as pessoas a buscarem alívio para as dores adicionais que o apego causa. Apesar de acreditarem que estão desesperadamente buscando a cura, isto é apenas uma ilusão criada pela mente para que a pessoa acredite que quer ser curada, quando, na verdade, está apegada não somente à doença, mas também aos benefícios que a doença lhe traz.

Somente quando a pessoa é capaz de aceitar que não quer abrir mão da doença porque ela lhe traz distrações, ocupações e benefícios, é que ela começará a ter consciência de que nada de verdadeiro está fazendo para ser curada e perceberá que todo o caminho que trilhou até agora na busca pela cura, apenas a levou a buscar paliativos para se aliviar e tentar se livrar dos sofrimentos causados pela doença, mas não para se livrar da doença em si. A doença continua ali, no seu lugarzinho de poder dentro da pessoa, sendo o centro das atenções.

Outra questão que leva as pessoas a sustentarem a doença, é que com o foco voltado para a doença, elas fogem do vazio e da falta de sentido que experimentam em suas vidas. Para não sofrerem com isso, encontram na doença e na falsa busca pela cura, algo com que se ocupar e se distrair. Porém, se esse mecanismo não for suficiente para aliviar as aflições, é porque as sensações de vazio estão também associadas a um profundo sentimento de solidão e à sensação de não pertencer, que traz uma profunda desesperança e uma angustiante vontade de “voltar para casa” – uma forma sutil de dizer: vontade de morrer.

Num caso mais extremo, como forma de se alhear à vida, usando como um entorpecente, é quando este quadro conduz à obsessão pela doença, criando ainda mais sofrimento. Digamos que a “doença adoeceu”. Dentro do quadro de obsessão, a pessoa está tão envolvida na questão que a atormenta -a doença-, que se torna um robô, mecanicamente vivendo sua rotina diária, mas tão ocupada na obsessão, que nunca está no aqui e agora de verdade; este mecanismo da obsessão é um grande anestésico para as dores que a consomem internamente. Mas, na obsessão, a pessoa sofre muito, pois acredita que está sofrendo e gosta disso. O sofrimento se intensifica, o que leva a pessoa a buscar o alívio. Ela acredita que está buscando a cura, mas na verdade, está só buscando alívio. No desespero pelo sofrimento e na busca pelo alívio, ela se torna compulsiva. A “doença dói” e ela compulsivamente corre em busca do alívio.

Nesta busca, ela sempre se alivia num primeiro momento, mas, inevitavelmente, fica apenas recuperada e pronta para voltar à obsessão que a atormentará intensamente e que a levará novamente à compulsão para buscar alívio. Enfim, a pessoa desenvolve um comportamento obsessivo compulsivo que se mantém firme, num círculo vicioso do qual, na verdade, ela não quer sair. Em casos mais extremos, isto chega à patologia, desenvolvendo o Transtorno obsessivo compulsivo.

Sair do mecanismo significa se curar de verdade e estar livre para… enfrentar o vazio, a falta de sentido na vida, o sentimento de solidão, de abandono e de não pertencer, e… voltará a sentir vontade de “voltar para casa”…
A cura para isso começa com a pessoa tomando consciência de que quando está na compulsão de buscar a cura, na verdade, não está querendo se curar de verdade. Com esta consciência ela será conduzida a descobrir -vivendo essa realidade interna, experimentando as sensações- que quando está apegada à doença e/ou ao comportamento obsessivo compulsivo, está apenas fugindo de seus sentimentos mais profundos de dor e desesperança. A pessoa deverá fazer esse trabalho de cura com apoio terapêutico, pois deverá ser conduzida amorosamente e com segurança a entrar em contato com esses lugares ocultos e dolorosos do seu inconsciente e de seu corpo emocional, em que irá “viver” a experiência dessa jornada interna, experimentando sensações, sentimentos e emoções, seguidos, talvez, de lembranças desta ou de outras vidas, onde sempre sentiu esse vazio doloroso e os sentimentos de solidão que a acompanham deste muito tempo atrás…

Como o foco fixo na doença é algo antigo na vida da pessoa e como o apego é intenso, este mecanismo está arraigado tão profundamente, que o caminho da cura, principalmente no caso do comportamento obsessivo compulsivo, será longo e delicado, será um processo na busca pela cura real. E para que esta verdadeira vontade de se curar possa se manifestar, a pessoa precisará “sentir e estar consciente” que está fugindo do vazio, quando cria a doença e do quanto tem vontade de “não existir” (ou morrer) por conta desse vazio. Após isto, vem a necessidade da tomada de consciência do quanto está apegada à doença, para depois aceitar que não quer se desapegar dela; em seguida, deverá desejar se desapegar da doença; depois deverá reconhecer que não aceita a cura, para então, desejar se abrir e aceitar a cura (simples assim). Então, e só então, é que o processo de cura realmente começa a fazer sentido para a pessoa e começa a acontecer a cura, aos poucos, passo a passo, mesmo porque, a pessoa precisará agora, se acostumar com a cura ao mesmo tempo em que vai sentindo a falta da doença, que se tornou um entorpecente e, como toda droga, intoxicou a pessoa, e o processo de desintoxicação leva às crises de abstinência. Será um caminho doloroso (mas muito possível) se desintoxicar da doença e se manter firme, sem voltar a usar esse entorpecente. A cura acontece, tenha certeza, mas tudo é um processo e deverá haver muito comprometimento e perseverança nesse caminho. É só confiar e dar os primeiros passos…

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=34382

Escrito por Macro PT ABC Terça, 23 Abril 2013 13:21

No total, serão 16.040 veículos que beneficiarão crianças de mais de 4 mil municípios

Municípios brasileiros receberão, até o final de 2013, cerca de 2,6 mil novos ônibus escolares. Desde 2010, já foram investidos R$ 2,7 bilhões na compra de 13.440 ônibus escolares, por meio do Programa Caminho da Escola. No total, serão 16.040 veículos que beneficiarão crianças de mais de 4 mil municípios. Neste mês, já foram entregues unidades no interior do Ceará, do Rio Grande do Sul, Pernambuco e Minas Gerais.

De acordo com o Censo Escolar de 2012, cerca de 4,6 milhões de alunos da educação básica pública, residentes em áreas rurais, dependem do transporte ofertado por estados e municípios para chegar às escolas. Desse total, 969,4 mil (21%) são do Sudeste — 497 mil (10,8%), de Minas Gerais.

O governo brasileiro tem dois programas voltados para a melhoria no transporte escolar. O Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), que garante o acesso dos alunos das áreas rurais, e o Caminho da Escola, que visa a renovação e padronização da frota de veículos e embarcações para assegurar qualidade e segurança do transporte dos alunos. Ambos os programas são coordenados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Transporte escolar

O Pnate foi instituído pela Lei nº 10.880, de 9 de junho de 2004 para garantir assistência financeira aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal para o transporte público dos alunos do ensino fundamental público, residentes em área rual, que utilizam o transporte escolar.

Já o Caminho da Escola consiste na concessão, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de linha de crédito especial para a aquisição, pelos estados e municípios, de ônibus, miniônibus e micro-ônibus zero quilômetro e de embarcações novas para o transporte de estudantes.

Fonte: http://www.macroabc.com.br/index.php/noticias/item/1744-municipios-brasileiros-receberao-mais-de-2-mil-onibus-escolares-ate-o-final-do-ano
Ministério da Educação
Blog do Planalto
Com informações da Agência Brasil

Poucos dias atrás, uma pessoa perguntou-me se eu tenho algum tipo de revolta em relação à Igreja. Surpreendi-me com a pergunta, porque em momento algum de minha vida recordei-me de manifestar alguma revolta a este respeito. Na verdade, me vejo como uma pessoa de profunda fé e que busco em todos os meus movimentos e atividades praticar ações que correspondam ao sentido de solidariedade, respeito humano, amor, que, no meu caso, aprendi por meio da vivência religiosa no cristianismo católico inclusive o ensinado por meus pais.

Obviamente, em todo o tempo em que participei ativamente das atividades eclesiais ou naqueles em que estive um pouco mais distante, mantive o hábito ou vício, depende do ponto de vista, de analisar e refletir sobre os ensinamentos teológicos, sobre as propostas e planos pastorais, sobre o posicionamento dos diversos grupos no interior da Igreja, sobre as posturas de alguns bispos e padres. E, sempre, procurei expressar minha opinião, reconhecendo as qualidades de alguns e observando e mantendo críticas a outros, mas sem jamais converter isso em ataques pessoais nem com qualquer objetivo de desqualificar as pessoas ou as opiniões de que eu discordasse.

Isso tem referência a uma espécie de postura intelectiva que os educadores costumam chamar de pensamento crítico. Crítico no sentido positivo, que expressa tanto a liberdade de expressão individual quanto o significado de um viés de aprimoramento, como aquele que está contido na palavra crisein, do sânscrito, usada para referir-se ao ouro colocado sob o fogo para depurar-se e alcançar maior grau de pureza e qualidade.

Escrever sobre isso é agradável. Manter essa postura, entretanto, é, por vezes, exaustivo e estressante. Porque muitas muitas vezes não temos o tempo para a reflexão, para a análise e o questionamentos, para ouvir-nos. E, se tentamos fazê-lo, surgem os que divergem, como natural, do que pensamos, mas também aqueles que acusam-nos de inoperantes e ineficazes. E, é possível ainda, que nós mesmos estejamos em momentos de nossa vida em que os medos e os receios, as inseguranças e as fragilidades estejam nos atormentando, de tal modo que tenhamos como que vontade de não pensar, não falar, não ter vivido o que vivemos, em que nos sentimos em momento de profunda revisão.

Resta-nos saber que este senso crítico, este pensamento crítico, é também um espírito crítico. Li hoje, há pouco, um texto de Leonardo Boff, que reproduzo aqui, sobre o resgate da categoria “espírito”, que sempre me atraiu muito.

Observei que Boff abordou o tema em uma perspectiva de diálogo com o pensamento ocidental e com a física contemporânea, mas não fez referência ao pensamento hebraico, que acho muito bonito e que possui uma compreensão absolutamente holística para o espírito.

O “ruah” que torna vivente o húmus e gera o homem integra as dimensões diversas do humano, sua corporeidade, afetividade, laboriosidade, o insere na dinâmica do cósmico e do transcendente que passa a habitá-lo integralmente, abrindo-o à busca da religação que lhe explicite seu completo sentido.

Penso que uma observação com esse teor pode complementar a opinião expressa no artigo e alimentar compretimentos com os anseios de culto e cultivo de um ambiente sustentável e de uma sociedade justa.

O resgate da categoria “espírito”

Autor: Leonardo Boff

http://leonardoboff.wordpress.com/2013/02/18/o-resgate-da-categoria-espirito
18/02/2013

Na cultura atual a palavra “espírito” é desmoralizada em duas frentes: na cultura letrada e na cultura popular.

Na cultura letrada dominante, “espírito” é o que se opõe à matéria. Materia sabemos mais ou menos o que é, pois pode ser medida, pesada, manipulada e transformada, enquanto “espírito” cai no campo do intangível, indefinido, e até nebuloso. A matéria é a palavra-fonte de valores axiais da experiência humana dos útimos séculos. A ciência moderna se construiu sobre a investigação e a dominação da matéria. Penetrou até as suas últimas dimensões, às partículas elementares, até o campo Higgs no qual se teria dado a primeira condensação da energia originária em matéria: os tão buscados bósons e hádrions e a chamda “partícula de Deus”. Einstein comprovou que matéria e energia são equipolentes. Matéria não existe. É energia altamente condensada e um campo riquíssimo de interações.

Os valores espirituais, na acepção moderna convencional, situam-se na super-estrutura e não cabem nos esquemas científicos. Seu lugar é o mundo da subjetividade, entregues ao arbítrio de cada um ou a grupos religiosos. Exprimindo-o de uma maneira um tanto grotesca, mas nem tanto, podemos dizer com José Comblin, grande especialista no tema:“quando se fala em ‘valores espirituais’, todo mundo imagina que está falando um burguês numa reunião do Rotary ou dos Lions Club depois de uma abundante ceia regada a bons vinhos e servida com comidas finas; para o povo em geral ‘valores espirituais’ equivale a ‘palavras belas mas ocas”. Ou então pertence ao repertório do discurso eclesiástico moralizante, espiritualizante e em relação hostil com o mundo moderno.

Em razão disso, a expresão “valores espirituais” surge com mais frequência na boca de padres e de bispos de viés conservador. Deles se ouve amiúde que a crise do mundo contemporâneo reside fundamentalmente no abandono do mundo espiritual: a não frequência da missa ou de qualquer referência explícita à Igreja hierárquica.

Mas com os escândalos havidos nos últimos tempos com os padres pedófilos e com os escândalos financeiros ligados ao Banco do Vaticano, o discurso oficial dos “valores espirituais” se desmorlizou. Não perdeu valor, mas a instância oficial que os anuncia conta com muito pouca audiência.

Na cultura popular, a palavra “espírito” possui grande vigência. Ela traduz certa concepção mágica do mundo à revelia da racionalidade aprendida na escola. Para grande parte do povo, especialmente os influenciados pela cultura afrobrasileira e indígena, o mundo é habitado por bons e maus espíritos que afetam as distintas situações da vida como a saúde e as doenças, a vida afetiva. os sucessos e os fracassos, a boa ou a má sorte. O espiritismo, codificou esta visão de mundo pela vida da reencarnação. Possui mais adeptos do que se suspeita.

No entanto, os últimos decênios nos demos conta de que o excesso de racionalidade em todas as esferas e o consumismo exacerbado geraram saturação existencial e também muita decepção. A felicidade não se encontra na materialidade das coisas mas em dimensões ligadas ao coração, ao afeto, às relações de amor, de solidariedade e de compaixão.

Por toda as partes, buscam-se experiências espirituais novas, quer dizer, sentidos de vida que vão além dos interesses imediatos e da luta cotidiana pela vida. Eles abrem uma perspectiva de iluminação e de esperança no meio do mercado de idéias e de propostas convencionais, veiculadas pelos meios de comunicação e também pelas assim chamadas “instituições do sentido” que são as religiões, as igrejas e as filosofias de vida. Elas ganharam força através dos programas de TV e dos grande shows religiosos que obedecem à lógica da espetacularização massiva e que, por isso mesmo, se afastam do caráter reverente e sagrado de toda religiosidade. Numa sociedade de mercado, a religião e a espiritualidade se transformaram também em mercadorias à disposição do consumo geral. E rendem muito dinheiro.

Não obstante a referida mercantilização do religioso, o mundo espiritual começou a ganhar fascínio embora, na maioria das vezes, na forma de exoterismo e de literatura de auto-ajuda. Mesmo assim ele abriu uma brecha na profanidade do mundo e no caráter cinzento da sociedade de massa. Nos meios cristãos emergiram as Igrejas pentecostais, os movimentos carismáticos e a centralidade da figura do Espírito Santo.

Estes fenômenos supõem um resgate da categoria “espírito” num sentido positivo e até anti-sistêmico. O “espírito” constitui uma referência consistente e não mais colocada sob suspeita pela crítica da modernidade que somente aceitava o que passava pelo crivo da razão. Ocorre que a razão não é tudo nem explica tudo. Há o irracional e aracional. No ser humano há o universo da paixão, do afeto e do sentimento que se expressa pela inteligência cordial e emocional. O espírito não se recusa à razão, antes, precisa dela. Mas vai além, englobando-a num patamar mais alto que tem a ver com a inteligência, a contemplação e o sentido superior da vida e da história. Em termos da nova cosmologia ele seria tão ancentral quanto o universo, este tambem portador de espírito. A era do espírito?

A sair pela Vozes, do autor: Fogo do céu: o Espirito Santo no universo, na humanidade, nas Igrejas e religiões 2013.

Cerca de 30% da população de São Paulo são obesos, indica pesquisa

17/02/2013 – 12h55

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Depois de avaliar 15 mil pessoas, profissionais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e do Instituto do Coração (InCor) chegaram à conclusão de que 29% das pessoas que circulam pela cidade de São Paulo são obesos.

Iniciativa do Programa Meu Prato Saudável, dos 15 mil participantes que foram avaliados, 12,1 mil eram mulheres e 3,9 mil homens. A análise nutricional dessas pessoas mostrou que 19% tinham obesidade grau 1 (forma mais leve), 7,2%, obesidade grau 2 e 2,7%, obesidade grau 3 ou obesidade mórbida. Além disso, 37,4% dos participantes da pesquisa tinham sobrepeso, totalizando 66,4% de pessoas acima do peso ideal.

A avaliação foi feita durante o último trimestre em mutirões de promoção da saúde promovidos no último trimestre de 2012 em estações do metrô, no Parque Ibirapuera e no chamado Quadrilátero da Saúde, onde fica o complexo do HC-FMUSP. Segundo a análise, entre as mulheres, 35,8% estavam com sobrepeso e 30,1% eram obesas, totalizando 65,9% de pessoas do sexo feminino acima do peso considerado ideal. Entre os homens havia 44,2% com sobrepeso e 23,9% obesos.

Segundo a nutricionista do Programa Meu Prato Saudável, Mirian Furtado, o resultado indica que as pessoas estão mais sedentárias e se alimentando mal, fatores principais para gerar a obesidade. “Há as facilidades que as pessoas têm, que são o carro, a escada rolante, elevador. Os alimentos gordurosos, a falta de tempo para almoçar e os hábitos errados contribuem”. O sobrepeso ocorre quando o Índice de Massa Corpórea (IMC), relação entre peso e altura, vai de 25 até 29,9. A partir de 30 de IMC, a pessoa é considerada obesa.

Mirian disse que a obesidade pode gerar diversos problemas de saúde. Além de problemas respiratórios, há o risco de doenças crônicas. “Não quer dizer que o obeso necessariamente vai ter uma doença, mas pode acontecer e essas pessoas estão mais predispostas a isso. Diabetes, hipertensão, colesterol elevado e outras doenças cardiovasculares que estão associadas à obesidade”.

O Programa Meu Prato Saudável tem o objetivo de mudar os hábitos alimentares sem obrigar a pessoa a muitas restrições. A ideia é orientar a população sobre como se alimentar no seu cotidiano de forma saudável. A recomendação da nutricionista é que os prato sejam equilibrados. “O ideal é dividir metade do prato com vegetais variados no tipo e cor. Para a outra metade, um quarto de carboidratos [arroz, batata, massas] e o restante proteína vegetal e animal [grãos, carnes ou ovo]”.

A meta do programa é alcançar toda a população brasileira até a Copa do Mundo de 2014. A iniciativa será levada a outros estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-17/cerca-de-30-da-populacao-de-sao-paulo-sao-obesos-indica-pesquisa

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